Notícias

Plataforma capta R$ 3,2 mi para Amazônia  

Empreendimentos que visam a extração sustentável serão beneficiados

25 de março de 2020

A Sitawi Finanças do Bem, empresa de microcrédito para empreendimentos de impacto, captou R$ 3,2 milhões em um projeto de financiamento coletivo para a Floresta Amazônica. O valor foi alcançado em apenas 24 horas. Cerca de 30% do montante vem da própria Sitawi e o restante de pessoas físicas interessadas em investir e apoiar negócios sociais.

Segundo reportagem do Valor Econômico, a plataforma de empréstimo coletivo funciona como um peer-to-peer lending (P2P Lending), modalidade em que uma pessoa empresta dinheiro diretamente para outra pessoa ou empresa de forma digital.

Cinco empreendimentos serão beneficiados: COEX Carajás, cooperativa de Parauapebas (PA) que tem como missão gerar renda e recuperar florestas pela extração sustentável; Na’kau, de Manaus (AM), que produz chocolate a partir da produção sustentável de cacau por comunidades ribeirinhas agroextrativistas; OKA, de Ananindeua (PA), que produz sucos com frutas nativas da Amazônia para os mercados nacional e internacional de forma sustentável; Pratika Engenharia, de Manaus (AM), que vende e instala painéis solares a valores acessíveis para comunidades quilombolas isoladas; e Tucum Brasil, com sede no Rio de Janeiro (RJ) e atuação nacional ao promover a arte das populações indígenas e tradicionais do país.

Toda a operação é realizada em parceria com a CapRate, intermediada pelo Banco Topázio e com apoio dos escritórios TozziniFreire Advogados e Wongtschowski & Zanotta Advogados e da consultoria e agência de comunicação para negócios de impacto social Oficina de Impacto.

Notícias Relacionadas

Notícias

STJ admite associação de advocacia como amicus curiae no caso Robinho

Anteriormente, União Brasileira de Mulheres também havia sido admitida

Notícias

Senado aprova PL da adultização — mas sabia que o Brasil já tem leis que protegem crianças na internet?

Projeto de lei que cria regras para o ambiente digital infantil avança em Brasília, mas especialista lembra que ECA e LGPD já oferecem ferramentas legais para coibir abusos